Eu, leitora: cantadas circenses
Quem diria, mas o tema das cantadas sem-noção bombou. A falta de talento dos palhaços na hora de procurar um frila é tanta que quase surpreende. Quase. Recebi vários e-mails com novos relatos. Selecionei duas para a sessão Eu, Leitora e Empresária Circense desta semana.
I. Hoje vi mais um episódio deste enorme circo. Estava atravessando a rua e vejo um palhaço jogar a bicicleta em cima da mulher e falar: "Que morena!". Será que ele atropelando a mulher vai conseguir alguma coisa?
Leitora Patrícia
II. Estávamos, uma amiga e eu, no ponto de ônibus, um calor de matar, e apareceu um vendedor de picolé. Ele nos ofereceu o produto, mas apesar da alta temperatura, dissemos que não queríamos e agradecemos. Ninguém perto da gente, naquele momento, quis comprar. O vendedor saiu, parou um pouco à nossa frente, nos olhou olhou de cima a baixo e lascou:
- Vamos comprar gente! Vamos enfiar a mão no bolso e vamos chupar!!! Vamos chupar gostoso! Vamos chupar gente, o meu picolé!
Leitora J. O.
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