Ainda o saco
Pois é. Aquela coçada de saco deu tanto pano para a manga que eu continuo vasculhando os comentários em busca de filosofias edificantes que, um dia, certamente irão mudar o mundo. Gigi - que eu não seu se é a Gigi ou o Gigi (mas diante da afirmação "temos saco" deduzo que seja O Gigi), diz o seguinte:
o saco é de quem? ora, que mania de amolar nós os donos de saco temos todo o direito de coçá-lo, a hora que forpura inveja dessas rachadas....
Antes de mais nada quero destacar a fineza do terma "rachadas". Certamente, saco não é algo que me faça morrer de inveja dos homens. Algo que, aparentemente coça muito e que passados os 50 anos começa a cair se igualando ao saco de Papai Noel: vermelho, grande e cheio.
Segundo: o que diferencia nós dos seres considerados animais é justamente alguns códigos de conduta que .. well, well, chamamos de evolução da espécie. O saco é seu, coçe onde você quiser? Nãããão .. Coce em casa, no banho, no vestário antes da pelada com os amigos. Na recepção de um escritório, não. Assim como não tiramos meleca em público (alguns de nós) ou abaixamos as calças para fazer xixi em qualquer lugar, coçar o saco é uma atividade íntima que devia ser restrita a poucos.
domingo, 17 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Palhaço Trena III
Narinha tá um azougue hoje. Babando de rir com seus posts, me animei a pegar uma carona na saga dos Palhaços Trena e desengavetei uma arquivada aqui.
O palhacinho era bonito, bem acabado, inteligente, divertido e, pelo que tinha visto/experimentado até então, gostoso. Partilharam horas agradáveis durante toda a noite de sexta e, no início da madrugada, resolveram ir embora juntos. Quando chegaram no quarto, aquela animação, ambos ofegantes e ansiosos arrancando as peças de roupa entre beijos... até que a moça tirou a cueca do mancebo. O bruto olhou orgulhoso pro pau e mandou "tá bom pra você o tamanho?". Que romântico!
- Olha, era de bom tamanho, bela envergadura, mas já vi maiores. Claro, gentil e doida pra dar, disse "é lindo" (veja bem, lindo não é sinônimo de enorme) - narrou a Dona de Circo.
A transa foi ótima, todo mundo ficou feliz e continuaram se vendo com frequência. Noite dessas, na casa dela, tão lá de novo tirando a roupa, já sem tanta pressa, curtindo mais cada gesto, apreciando cada pedaço de pele revelado quando o caboclo tira a cueca e manda "meu pau é pequeno? Ou é assim... normal...".
Porra, de novo com essa?
- Por que, vc acha pequeno? - devolveu a Dona de Circo.
- Não, não. Eu não! Quem tem que achar ou não é você. Ele é normal, né?
- É normal, é de bom tamanho, do tamanho que eu gosto, é lindo - respondeu com vontade de rir.
Já tava pelada, ia falar o que? "Ih, meu último namorado era mó pé-de-mesa... o teu é um gongolinho perto dele"? Não, né?
Além do que, segundo recordou, bem pior foi um outro de pau fino que perguntou "E aí, gostou do Fulaninho?". Pra começar, é ridículo se referir ao pau com o diminutivo do próprio nome. Merecia ter ouvido "podia ser mais grossinho, né?", mas sabe como é, guerra é guerra, melhor ser gentil. "A-do-rei".
Narinha tá um azougue hoje. Babando de rir com seus posts, me animei a pegar uma carona na saga dos Palhaços Trena e desengavetei uma arquivada aqui.
O palhacinho era bonito, bem acabado, inteligente, divertido e, pelo que tinha visto/experimentado até então, gostoso. Partilharam horas agradáveis durante toda a noite de sexta e, no início da madrugada, resolveram ir embora juntos. Quando chegaram no quarto, aquela animação, ambos ofegantes e ansiosos arrancando as peças de roupa entre beijos... até que a moça tirou a cueca do mancebo. O bruto olhou orgulhoso pro pau e mandou "tá bom pra você o tamanho?". Que romântico!
- Olha, era de bom tamanho, bela envergadura, mas já vi maiores. Claro, gentil e doida pra dar, disse "é lindo" (veja bem, lindo não é sinônimo de enorme) - narrou a Dona de Circo.
A transa foi ótima, todo mundo ficou feliz e continuaram se vendo com frequência. Noite dessas, na casa dela, tão lá de novo tirando a roupa, já sem tanta pressa, curtindo mais cada gesto, apreciando cada pedaço de pele revelado quando o caboclo tira a cueca e manda "meu pau é pequeno? Ou é assim... normal...".
Porra, de novo com essa?
- Por que, vc acha pequeno? - devolveu a Dona de Circo.
- Não, não. Eu não! Quem tem que achar ou não é você. Ele é normal, né?
- É normal, é de bom tamanho, do tamanho que eu gosto, é lindo - respondeu com vontade de rir.
Já tava pelada, ia falar o que? "Ih, meu último namorado era mó pé-de-mesa... o teu é um gongolinho perto dele"? Não, né?
Além do que, segundo recordou, bem pior foi um outro de pau fino que perguntou "E aí, gostou do Fulaninho?". Pra começar, é ridículo se referir ao pau com o diminutivo do próprio nome. Merecia ter ouvido "podia ser mais grossinho, né?", mas sabe como é, guerra é guerra, melhor ser gentil. "A-do-rei".
Palhaço Trena II
Como hoje eu estou super boazinha ... resolvi passar uma dica para os amigos palhacinhos.
Nunca, nunca, nunca, jamais, em hipóteses nenhuma, nesse mundo, nessa vida, pergunte
a mulher que você está saindo se "o meu pau é pequeno?", "meu pau não é enorme?".
O mesmo constrangimento que os homens passam quando uma mulher pergunta: "eu
engordei?" nós, mulheres, passamos quando um rapaz desavisado manda esse questionamento.
Tipo assim .. amigão, se eu estou com você seu pau me satisfaz, tá?
Como hoje eu estou super boazinha ... resolvi passar uma dica para os amigos palhacinhos.
Nunca, nunca, nunca, jamais, em hipóteses nenhuma, nesse mundo, nessa vida, pergunte
a mulher que você está saindo se "o meu pau é pequeno?", "meu pau não é enorme?".
O mesmo constrangimento que os homens passam quando uma mulher pergunta: "eu
engordei?" nós, mulheres, passamos quando um rapaz desavisado manda esse questionamento.
Tipo assim .. amigão, se eu estou com você seu pau me satisfaz, tá?
Palhaço Trena
Roberta deu a dica e fui conferir os comentários do post sobre a coçada de saco da qual fui testemunha. Diria que são comentários edificantes. Vejamos a opinião de Buzanfan, esse nobre leitor que disse o seguinte:
Narinha, agora confesse a verdade: vc ao passar pelo cara, vendo ele de perna aberta, vc olhou (fingindo que não estava olhando...) para conferir o tamanho do pau do cara, ainda mais que ele estava alisando o dito cujo e o saco...
Caro Buzanfan:
não olhei. Para isso existe a praia. Porque se eu realmente quiser ficar brincando de medir pau, deito na minha canga e fico apreciando os moços de sunga. De calça, a não ser que seja um cantor sertaneja, é complicado ficar medindo pau por aí. Além do mais, isso não chega a ser um passatempo.
E diga-se que TODA mulher adora fazer isso: i.e. conferir o tamanho do pau de caras sentados de perna aberta num sofá. Não é mesmo, vamos confesse...
Ai meu Deus .. como eu pude esquecer que TODA mulher adora fazer isso. Até porque são muitos, milhares e centenas de homens sentam de perna aberta em sofás de recepção.
E ao verificar que o pau do cara é de um tamanho interessante, as mulheres começam a fantasiar.
Defina tamanho interessante, por favor.
Ah! Esse comentário vai gerar um novo verbete no Dicionário Palhaço:
Palhaço Trena - é aquele cara com mania de tamanho de pau. Ou seja, 99% dos homens. Adora falar de tamanho de pau, faz comparações em polegadas, centímetros e milímetros e sempre saca as medidas exatas do seu pau e de outros paus de interesse.
Roberta deu a dica e fui conferir os comentários do post sobre a coçada de saco da qual fui testemunha. Diria que são comentários edificantes. Vejamos a opinião de Buzanfan, esse nobre leitor que disse o seguinte:
Narinha, agora confesse a verdade: vc ao passar pelo cara, vendo ele de perna aberta, vc olhou (fingindo que não estava olhando...) para conferir o tamanho do pau do cara, ainda mais que ele estava alisando o dito cujo e o saco...
Caro Buzanfan:
não olhei. Para isso existe a praia. Porque se eu realmente quiser ficar brincando de medir pau, deito na minha canga e fico apreciando os moços de sunga. De calça, a não ser que seja um cantor sertaneja, é complicado ficar medindo pau por aí. Além do mais, isso não chega a ser um passatempo.
E diga-se que TODA mulher adora fazer isso: i.e. conferir o tamanho do pau de caras sentados de perna aberta num sofá. Não é mesmo, vamos confesse...
Ai meu Deus .. como eu pude esquecer que TODA mulher adora fazer isso. Até porque são muitos, milhares e centenas de homens sentam de perna aberta em sofás de recepção.
E ao verificar que o pau do cara é de um tamanho interessante, as mulheres começam a fantasiar.
Defina tamanho interessante, por favor.
Ah! Esse comentário vai gerar um novo verbete no Dicionário Palhaço:
Palhaço Trena - é aquele cara com mania de tamanho de pau. Ou seja, 99% dos homens. Adora falar de tamanho de pau, faz comparações em polegadas, centímetros e milímetros e sempre saca as medidas exatas do seu pau e de outros paus de interesse.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Eu, leitora e empresária circense
Namoro há três meses com um desses tipo palhacentos (o que eu deveria esperar, NÉ? palhaçada). Eis, que dias desses, por algum motivo insondável, tudo que eu fazia enraivecia o “pequeno” entusiasta. Até que fui pra minha casa e ele pra dele, numa véspera de feriado. Ele dizendo que ia dormir...
Mas mentira temper na curta, um dia o palhaço mostra o nariz vermelho. Não é que o bruto tava com o celular no bolso e o aparelho ligou sem querer pro último número chamado, no caso, eu? Pois atendo e percebo a situação. Claro, fiquei escutando um tempo. "Galera sem fotos no orkut, hein, minha namorada não pode saber que estou indo não!"
Tolinho.
Liguei e contei a piada ocorrida, afinal esta era realmente engraçada. O palhaço não teve nada pra falar, simplesmente o espetáculo tinha acabado. Está sumido desde então, não apareceu nem pra dar baixa na carteira de trabalho.
Leitora L.
Namoro há três meses com um desses tipo palhacentos (o que eu deveria esperar, NÉ? palhaçada). Eis, que dias desses, por algum motivo insondável, tudo que eu fazia enraivecia o “pequeno” entusiasta. Até que fui pra minha casa e ele pra dele, numa véspera de feriado. Ele dizendo que ia dormir...
Mas mentira temper na curta, um dia o palhaço mostra o nariz vermelho. Não é que o bruto tava com o celular no bolso e o aparelho ligou sem querer pro último número chamado, no caso, eu? Pois atendo e percebo a situação. Claro, fiquei escutando um tempo. "Galera sem fotos no orkut, hein, minha namorada não pode saber que estou indo não!"
Tolinho.
Liguei e contei a piada ocorrida, afinal esta era realmente engraçada. O palhaço não teve nada pra falar, simplesmente o espetáculo tinha acabado. Está sumido desde então, não apareceu nem pra dar baixa na carteira de trabalho.
Leitora L.
Rapidinha
Na recepção tinha um sofá. E no sofá tinha um malandro todo esparramado. E passando por ele, assim meio que olhando de banda, vi que ele estava ao telefone - todo esparramado - enquanto alegre e fagueiro coçava o saco. Mas sabe aquelas coçadas assim de mão cheia ... assim sem dó,
sem pudores, sem tooooooootaaaaaaaaaal loooooção. E tudo isso na recepção, exposto a olhares públicos.
Ah não, né? .. que coisa mais infantil. Mais .. mais .. palhaça!
Na recepção tinha um sofá. E no sofá tinha um malandro todo esparramado. E passando por ele, assim meio que olhando de banda, vi que ele estava ao telefone - todo esparramado - enquanto alegre e fagueiro coçava o saco. Mas sabe aquelas coçadas assim de mão cheia ... assim sem dó,
sem pudores, sem tooooooootaaaaaaaaaal loooooção. E tudo isso na recepção, exposto a olhares públicos.
Ah não, né? .. que coisa mais infantil. Mais .. mais .. palhaça!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Espetáculo repetido
Ou Não fui a única premiada...
É, respeitável público, apesar de ter sido surpreendida com o Número do Palhaço que joga cerveja no decote das moças, descobri que é mais comum do que eu pensava. No chope dos leitores contei esta (ah, quem vai sempre é brindado com as últimas do circo, narradas pela empresária que vos fala) e uma das minhas novas amigas de infância contou que passou por uma parecida. No último carnaval, a moça estava dando pinta com suas amigas em um bloco. Eis que, de repente, ela sente uma mão molhada no braço. Quando olhou, um palhaço tinha enchido a mão de cerveja e plantado na tatuagem de rosas que ela exibe no braço direito. Diante da cara de surpresa/horror da moça, o palhaço se explicou, como se isso fosse possível: é que as flores precisam ser regadas.
A pergunta que não quer calar é: será que ele já pegou alguém assim?
Ou Não fui a única premiada...
É, respeitável público, apesar de ter sido surpreendida com o Número do Palhaço que joga cerveja no decote das moças, descobri que é mais comum do que eu pensava. No chope dos leitores contei esta (ah, quem vai sempre é brindado com as últimas do circo, narradas pela empresária que vos fala) e uma das minhas novas amigas de infância contou que passou por uma parecida. No último carnaval, a moça estava dando pinta com suas amigas em um bloco. Eis que, de repente, ela sente uma mão molhada no braço. Quando olhou, um palhaço tinha enchido a mão de cerveja e plantado na tatuagem de rosas que ela exibe no braço direito. Diante da cara de surpresa/horror da moça, o palhaço se explicou, como se isso fosse possível: é que as flores precisam ser regadas.
A pergunta que não quer calar é: será que ele já pegou alguém assim?
domingo, 10 de maio de 2009
No circo do Bukowski...
Tava animadíssima na pista com a Jovem Srta Lobato, tínhamos feito amizade com um anão sorridente e um anão cabeçudo. Eram esquisitos, mas simpáticos. Resolvi ir ao banheiro e pegar uma cerveja, mas na volta não encontrei meu grupo. Tô lá procurando minha amiga e meus novos pequenos amiguinhos quando um palhaço até bem apessoado entra no meu caminho. "Tá perdida? Já achou", disse sorrindente e brindou nosso encontro batendo sua cerveja long neck na minha lata. Sorri de volta e fiquei dançando com ele, afinal, não tava fazendo nada mesmo. Mas ainda fiquei meio procurando meus amigos.
O caboclo foi se chegando na minha direção. Você acha que ele foi me beijar? Nããão....
Ele levantou a garrafa. Estranhei e pensei "que isso? Ele quer que eu beba da cerveja dele?". Nããão....
Eis que, de repente, sem mais aquela, o caboclo virou a garrafa no meu decote! Sim, companheiros de pista, amigos de copo, colegas de circo. O caboclo me ensopou de cerveja assim a seco!
Quase não acreditei e, obviamente, fechei a cara, muito puta.
- Que isso? Você me jogou cerveja? Molhou meu vestido todo! Por que vc fez isso?
Com cara de palhaço que foi demitido do circo, sem entender muito bem meu aborrecimento, o pangaré disse "Você ficou chateada? Desculpa. Nem sei porque eu fiz isso".
Balencei a cabeça e olhei, ainda incrédula pro bruto. Suspirei e disse apenas "Dá licença". A resposta óbvia era "Eu sei porque fez, fez porque é um palhaço e um idiota", mas poupei o mancebo de tão chocante revelação. Fui ao banheiro tentar me secar com quilos de tolhas de papel. Depois fui pra casa, com o dia clareando e eu fedendo a cerveja no táxi.
Tava animadíssima na pista com a Jovem Srta Lobato, tínhamos feito amizade com um anão sorridente e um anão cabeçudo. Eram esquisitos, mas simpáticos. Resolvi ir ao banheiro e pegar uma cerveja, mas na volta não encontrei meu grupo. Tô lá procurando minha amiga e meus novos pequenos amiguinhos quando um palhaço até bem apessoado entra no meu caminho. "Tá perdida? Já achou", disse sorrindente e brindou nosso encontro batendo sua cerveja long neck na minha lata. Sorri de volta e fiquei dançando com ele, afinal, não tava fazendo nada mesmo. Mas ainda fiquei meio procurando meus amigos.
O caboclo foi se chegando na minha direção. Você acha que ele foi me beijar? Nããão....
Ele levantou a garrafa. Estranhei e pensei "que isso? Ele quer que eu beba da cerveja dele?". Nããão....
Eis que, de repente, sem mais aquela, o caboclo virou a garrafa no meu decote! Sim, companheiros de pista, amigos de copo, colegas de circo. O caboclo me ensopou de cerveja assim a seco!
Quase não acreditei e, obviamente, fechei a cara, muito puta.
- Que isso? Você me jogou cerveja? Molhou meu vestido todo! Por que vc fez isso?
Com cara de palhaço que foi demitido do circo, sem entender muito bem meu aborrecimento, o pangaré disse "Você ficou chateada? Desculpa. Nem sei porque eu fiz isso".
Balencei a cabeça e olhei, ainda incrédula pro bruto. Suspirei e disse apenas "Dá licença". A resposta óbvia era "Eu sei porque fez, fez porque é um palhaço e um idiota", mas poupei o mancebo de tão chocante revelação. Fui ao banheiro tentar me secar com quilos de tolhas de papel. Depois fui pra casa, com o dia clareando e eu fedendo a cerveja no táxi.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Relatório de chope
O chope ontem foi ótimo, quem perdeu é bobo, feio e cara de mamão. As primeiras a chegar foram minhas novas amigas, as leitoras Cíntia e Renata, que eu tinha conhecido sábado no Bukowski, junto com a Marcela também foi ontem, mas chegou depois. Logo chegaram Vinicius, Siloan, Milene, Graciana, Eugenia e seu irmão Vinicius, Priscila, André e Gisele. Lilian e Dani deram uma passada.
Rimos muito, bebemos bastante, comemos batata frita e bolinho de bacalhau, além de vários caldinhos. Foi uma noite deliciosa e rendeu muita história circense: cada uma de nós tinha pelo menos uma boa palhaçada pra contar. Sem falar que algumas moças que partiram de lá para uma prospecção de palhaços numa "festa de artistas", seja lá o que isso for. Espero que tenham logrado êxito. Aguardem os relatos.
Vejo vocês no próximo chope, sempre na primeira quinta de cada mês.
O chope ontem foi ótimo, quem perdeu é bobo, feio e cara de mamão. As primeiras a chegar foram minhas novas amigas, as leitoras Cíntia e Renata, que eu tinha conhecido sábado no Bukowski, junto com a Marcela também foi ontem, mas chegou depois. Logo chegaram Vinicius, Siloan, Milene, Graciana, Eugenia e seu irmão Vinicius, Priscila, André e Gisele. Lilian e Dani deram uma passada.
Rimos muito, bebemos bastante, comemos batata frita e bolinho de bacalhau, além de vários caldinhos. Foi uma noite deliciosa e rendeu muita história circense: cada uma de nós tinha pelo menos uma boa palhaçada pra contar. Sem falar que algumas moças que partiram de lá para uma prospecção de palhaços numa "festa de artistas", seja lá o que isso for. Espero que tenham logrado êxito. Aguardem os relatos.
Vejo vocês no próximo chope, sempre na primeira quinta de cada mês.
Rapidinha ou o Palhaço Comediante
- Essa é minha amiga Roberta Carvalho, ela é jornalista e edita um site chamado Homem é tudo palhaço.
- Eu sou um palhaço!
- Ah, tá vendo Roberta, ele é assumido.
- Um homem com autocrítica!
- Minha namorada sempre dá gargalhadas quando goza.
Silêncio...
- Amiga, vou pegar uma cerveja - avisei.
- Vai amiga, vai.
- Essa é minha amiga Roberta Carvalho, ela é jornalista e edita um site chamado Homem é tudo palhaço.
- Eu sou um palhaço!
- Ah, tá vendo Roberta, ele é assumido.
- Um homem com autocrítica!
- Minha namorada sempre dá gargalhadas quando goza.
Silêncio...
- Amiga, vou pegar uma cerveja - avisei.
- Vai amiga, vai.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
É chope!
Então queridos, é hora de rever os amigos, beber, rir e ser feliz.
Nesta quinta teremos mais uma edição do Chope dos Leitores do OMEE e HTP.
Decidi fazer edições mensais, sempre na primeira quinta-feira do mês.
Esta será, novamente, no nosso escritório: Boteco do Gomes. Esquina das ruas Gomes Freire com Riachelo, na Lapa. Estarei lá a partir das 19h. Qualquer dúvida, gritem.
Quem vai e ainda não me conhece me escreva para eu passar meu telefone, mas prometo desta vez ser mais esperta e avisar ao garçom.
Vejo vocês lá.
Então queridos, é hora de rever os amigos, beber, rir e ser feliz.
Nesta quinta teremos mais uma edição do Chope dos Leitores do OMEE e HTP.
Decidi fazer edições mensais, sempre na primeira quinta-feira do mês.
Esta será, novamente, no nosso escritório: Boteco do Gomes. Esquina das ruas Gomes Freire com Riachelo, na Lapa. Estarei lá a partir das 19h. Qualquer dúvida, gritem.
Quem vai e ainda não me conhece me escreva para eu passar meu telefone, mas prometo desta vez ser mais esperta e avisar ao garçom.
Vejo vocês lá.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Eu, leitora empresária circense
Sou uma mulher casada de 36 anos. Como infelizmente a vida não é perfeita, acabei me entediando no casamento e conheci um palhacinho casado no Orkut. Nós dois fazemos parte de um grupo animado de amigos que bate-papo quase todo dia numa comunidade maravilhosa.
Começamos a conversar no MSN e inevitavelmente pensamos em nos encontrar. Ele mora longe, em outra cidade, mas resolveu dar um baile na esposa e vir me ver. Veio, chegou no fim da manhã, nos encontramos e fomos pro motel. No fim da tarde ele foi embora. Dois dias depois ele viajaria de férias com a família, eu já sabia, e ficaríamos sem nos falar 20 dias. Por mim, tudo bem.
Mas como um membro da classe circense, é claro que ele tinha que fazer uma bela palhaçada. Durante as férias o palhaço entrou no Orkut mas nem me deu um oi. Como sei que ele se péla de medo da mulher, nem dei bola. Ao voltar, na primeira vez que entrou no MSN, ele me sai com uma dessas:
- Estou preocupado com a Fulana (da mesma comunidade do Orkut). Ela disse que quer dar pra mim. Achei que fosse alguma brincadeira, mas ela disse que é sério!
- Você tá me testando?
- Não, não tô te testando... Você é minha conselheira...
Vejam bem, foi a primeira coisa que ele falou comigo depois de voltar da viagem. Inacreditável. Agora o palhaço quer me ver de novo e não entende porque eu não quero.
Leitora N.
Como eu sempre digo, quase todos os espetáculos se resumem a "não precisava". Por mais que seja um caso, por mais que seja só sexo, não precisa ser mal educado, não precisa ser grosseiro, não precisa ser babaca, não precisa ser escroto. A gente nem pede muito, não esperamos príncipes encantados. Só pedimos boa educação, que nos trate com gentileza e consideração, a mesma com que se quer ser tratado, aquela que se trata um amigo, um colega de trabalho, um primo. Enfim, não precisa ser palhaço.
Sou uma mulher casada de 36 anos. Como infelizmente a vida não é perfeita, acabei me entediando no casamento e conheci um palhacinho casado no Orkut. Nós dois fazemos parte de um grupo animado de amigos que bate-papo quase todo dia numa comunidade maravilhosa.
Começamos a conversar no MSN e inevitavelmente pensamos em nos encontrar. Ele mora longe, em outra cidade, mas resolveu dar um baile na esposa e vir me ver. Veio, chegou no fim da manhã, nos encontramos e fomos pro motel. No fim da tarde ele foi embora. Dois dias depois ele viajaria de férias com a família, eu já sabia, e ficaríamos sem nos falar 20 dias. Por mim, tudo bem.
Mas como um membro da classe circense, é claro que ele tinha que fazer uma bela palhaçada. Durante as férias o palhaço entrou no Orkut mas nem me deu um oi. Como sei que ele se péla de medo da mulher, nem dei bola. Ao voltar, na primeira vez que entrou no MSN, ele me sai com uma dessas:
- Estou preocupado com a Fulana (da mesma comunidade do Orkut). Ela disse que quer dar pra mim. Achei que fosse alguma brincadeira, mas ela disse que é sério!
- Você tá me testando?
- Não, não tô te testando... Você é minha conselheira...
Vejam bem, foi a primeira coisa que ele falou comigo depois de voltar da viagem. Inacreditável. Agora o palhaço quer me ver de novo e não entende porque eu não quero.
Leitora N.
Como eu sempre digo, quase todos os espetáculos se resumem a "não precisava". Por mais que seja um caso, por mais que seja só sexo, não precisa ser mal educado, não precisa ser grosseiro, não precisa ser babaca, não precisa ser escroto. A gente nem pede muito, não esperamos príncipes encantados. Só pedimos boa educação, que nos trate com gentileza e consideração, a mesma com que se quer ser tratado, aquela que se trata um amigo, um colega de trabalho, um primo. Enfim, não precisa ser palhaço.
domingo, 3 de maio de 2009
Momento circense O mundo é estranho
- Alguém já te disse que você lembra a Amy Winehouse?
- Eu?! Eu lembro a Amy Winehouse?! Não, nunca ninguém me disse isso.
- Pois algum dia algum homem ia te dizer isso.
Bom, não entendi muito bem se isso era bom ou ruim. Mas como sou otimista e o caboclo queria agradar, resolvi compreender como elogio e não como zoação.
- Alguém já te disse que você lembra a Amy Winehouse?
- Eu?! Eu lembro a Amy Winehouse?! Não, nunca ninguém me disse isso.
- Pois algum dia algum homem ia te dizer isso.
Bom, não entendi muito bem se isso era bom ou ruim. Mas como sou otimista e o caboclo queria agradar, resolvi compreender como elogio e não como zoação.
sábado, 2 de maio de 2009
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