Palhaço de ano novo
O cara te liga chamando pra passarem o reveillon juntos em Copa. Vc vai. Chegando lá ele fica tão bêbado q é levado carregado e volta pra casa, sozinha, de táxi. Q q ele é?
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2005
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2005
Palhaço Corno Interestadual
Por motivos profissionais o marido de uma amiga minha foi transferido pra outro estado distante. Era uma boa oportunidade de carreira pra ela, então decidiram tentar a vida lá.
Ela não conseguiu emprego na nova cidade e resolveram que ela ficaria 15 dias lá com a família e outros 15 dias aqui no Rio cuidando da empresa dela. Ele foi primeiro pra alugar a casa e ela ficou aqui pra despachar a mudança e cuidar da transferência escolar dos filhos. Desmontaram o apartamento e levaram mala e cuia, qndo estivesse no Rio minha amiga ficaria na casa da mãe.
Depois de 1 mês q ele tá lá ela chega com a prole. Fica 1 mês pra arrumar a casa nova e ajeitar tudo pra crianças começarem a estudar. Como precisa cuidar dos próprios negócios vem pro Rio e fica 15 dias. Eles se falam por telefone diariamente, ele manda cartas, cartões e flores. Na quinzena seguinte ela chega cheia de saudade e.....descobre q ele tem uma amante.
O espetáculo
O cara foi infiel e qndo foi descoberto chorou e pediu perdão. A lenga-lenga de sempre de q "foi coisa de momento", "vc estava viajando e eu tão sozinho...". Ela pensou em perdoar, afinal têm 2 filhos juntos, tão casados há quase 10 anos.
Tá bom, pouco tempo depois ela descobre q não foi uma vez só, como tb não foi com uma mulher barbada só. Ok, arrumou as coisas, mandou ele à merda e alugou um apartamento sozinha no Rio de Janeiro, qndo acabasse o ano letivo traria as crianças de volta.
Se achando, o palhação em crise dos 40 anos decide curtir a liberdade, inclusive levando a outra pra ver filmes em casa com as crianças e beijando uma outra mulher barbada que tinha acabado de conhecer na frente da filha de seis anos.
Passa o tempo e ela sabendo, de tudo q ela tá aprontado, se convence de que não tem como ter volta. Uns seis meses depois de separados ela começa a sair com um novo palhacinho.
O gran finale
Mas logo q sabe q a ex tá com outro se dói. Vem ao Rio e vai no trabalho dela fazer um escândalo. Se aproveita qndo ela vai atender um cliente e fuça as gavetas. Quem procura acha. Achou fotos tórridas da ex com o atual (dela, é claro). Q q o palhaço faz? Rouba as fotos e leva pra mãe dela ver. Isso mesmo, mostra tudo pra ex-sogra. Claro q passou ridículo. Achou o q? Q a sogra ia mandar ela voltar pra ele pra ser corna conformada? Humpf! Tudo palhaço!
Por motivos profissionais o marido de uma amiga minha foi transferido pra outro estado distante. Era uma boa oportunidade de carreira pra ela, então decidiram tentar a vida lá.
Ela não conseguiu emprego na nova cidade e resolveram que ela ficaria 15 dias lá com a família e outros 15 dias aqui no Rio cuidando da empresa dela. Ele foi primeiro pra alugar a casa e ela ficou aqui pra despachar a mudança e cuidar da transferência escolar dos filhos. Desmontaram o apartamento e levaram mala e cuia, qndo estivesse no Rio minha amiga ficaria na casa da mãe.
Depois de 1 mês q ele tá lá ela chega com a prole. Fica 1 mês pra arrumar a casa nova e ajeitar tudo pra crianças começarem a estudar. Como precisa cuidar dos próprios negócios vem pro Rio e fica 15 dias. Eles se falam por telefone diariamente, ele manda cartas, cartões e flores. Na quinzena seguinte ela chega cheia de saudade e.....descobre q ele tem uma amante.
O espetáculo
O cara foi infiel e qndo foi descoberto chorou e pediu perdão. A lenga-lenga de sempre de q "foi coisa de momento", "vc estava viajando e eu tão sozinho...". Ela pensou em perdoar, afinal têm 2 filhos juntos, tão casados há quase 10 anos.
Tá bom, pouco tempo depois ela descobre q não foi uma vez só, como tb não foi com uma mulher barbada só. Ok, arrumou as coisas, mandou ele à merda e alugou um apartamento sozinha no Rio de Janeiro, qndo acabasse o ano letivo traria as crianças de volta.
Se achando, o palhação em crise dos 40 anos decide curtir a liberdade, inclusive levando a outra pra ver filmes em casa com as crianças e beijando uma outra mulher barbada que tinha acabado de conhecer na frente da filha de seis anos.
Passa o tempo e ela sabendo, de tudo q ela tá aprontado, se convence de que não tem como ter volta. Uns seis meses depois de separados ela começa a sair com um novo palhacinho.
O gran finale
Mas logo q sabe q a ex tá com outro se dói. Vem ao Rio e vai no trabalho dela fazer um escândalo. Se aproveita qndo ela vai atender um cliente e fuça as gavetas. Quem procura acha. Achou fotos tórridas da ex com o atual (dela, é claro). Q q o palhaço faz? Rouba as fotos e leva pra mãe dela ver. Isso mesmo, mostra tudo pra ex-sogra. Claro q passou ridículo. Achou o q? Q a sogra ia mandar ela voltar pra ele pra ser corna conformada? Humpf! Tudo palhaço!
sábado, 15 de janeiro de 2005
sexta-feira, 14 de janeiro de 2005
Taxista Palhaço (categoria recorrente)
Outra contribuição da minha amiga Carol.
Eu estava no táxi, vindo pro trabalho, e o motorista estava ouvindo FM O Dia. O David Brasil, aquele gaguinho, estava soltando o veneno quando o motorista resolveu fazer o seguinte comentário:
- Esse é o viado mais fofoqueiro do mundo. Também, tinha que ser. Só anda com mulher... Quer dizer que quem anda com mulher é fofoqueiro???E outra. Tem que ser viado para andar com mulher??? Sei não, mas acho que peguei o táxi do maior viado domundo.
Outra contribuição da minha amiga Carol.
Eu estava no táxi, vindo pro trabalho, e o motorista estava ouvindo FM O Dia. O David Brasil, aquele gaguinho, estava soltando o veneno quando o motorista resolveu fazer o seguinte comentário:
- Esse é o viado mais fofoqueiro do mundo. Também, tinha que ser. Só anda com mulher... Quer dizer que quem anda com mulher é fofoqueiro???E outra. Tem que ser viado para andar com mulher??? Sei não, mas acho que peguei o táxi do maior viado domundo.
terça-feira, 11 de janeiro de 2005
Palhaço incestuoso
O palhaço foi com a namorada pro motel. Quando chegou em casa de manhã, não reparou que sua cama estava um pouco desarrumada e foi dormir. Acordou e viu no chão, ao lado da calça jeans que ele usou na noite anterior, uma calcinha. “Oh, ela mandou sua calcinha pra mim! Que romântico!”, pensou o palhaço. Excitadíssimo, ele despertou o Wando que tinha em si: cheirou a calcinha, passou-a pelo seu corpo e até se masturbou(com e por ela).
Decidiu ligar pra namorada pra agradecer o presente:
- Adorei o que você fez?
- O que eu fiz?
- A calcinha.
- Que calcinha?
- A que você me mandou.
- Eu? Eu não tem mandei calcinha nenhuma.
Sem conseguir convencer a namorada de que ela havia mandado sua calcinha pra ele, ele pegou o carro e foi até a casa dela. Ao ver a tal calcinha, a mulher quase morreu:
- VÊ LÁ SE EU VOU USAR UMA COISA DESSAS!!! TÁ MALUCO!!!
Inconformado, ele conta o caso pra mãe (com todos os detalhes sórdidos, inclusive). Ela, às gargalhadas, esclarece a confusão: a calcinha era da tia dele que dormiu no seu quarto e deve tê-la deixado cair quando arrumava a mala. A velha, que ainda estava na casa, ficou passada. Muito constrangida, ela queria ir embora a qualquer custo.
A mulher não terminou o namoro com ele, mas agora sofre o sério risco de ser trocada pela tia. Vai que ele se apaixona...
O palhaço foi com a namorada pro motel. Quando chegou em casa de manhã, não reparou que sua cama estava um pouco desarrumada e foi dormir. Acordou e viu no chão, ao lado da calça jeans que ele usou na noite anterior, uma calcinha. “Oh, ela mandou sua calcinha pra mim! Que romântico!”, pensou o palhaço. Excitadíssimo, ele despertou o Wando que tinha em si: cheirou a calcinha, passou-a pelo seu corpo e até se masturbou(com e por ela).
Decidiu ligar pra namorada pra agradecer o presente:
- Adorei o que você fez?
- O que eu fiz?
- A calcinha.
- Que calcinha?
- A que você me mandou.
- Eu? Eu não tem mandei calcinha nenhuma.
Sem conseguir convencer a namorada de que ela havia mandado sua calcinha pra ele, ele pegou o carro e foi até a casa dela. Ao ver a tal calcinha, a mulher quase morreu:
- VÊ LÁ SE EU VOU USAR UMA COISA DESSAS!!! TÁ MALUCO!!!
Inconformado, ele conta o caso pra mãe (com todos os detalhes sórdidos, inclusive). Ela, às gargalhadas, esclarece a confusão: a calcinha era da tia dele que dormiu no seu quarto e deve tê-la deixado cair quando arrumava a mala. A velha, que ainda estava na casa, ficou passada. Muito constrangida, ela queria ir embora a qualquer custo.
A mulher não terminou o namoro com ele, mas agora sofre o sério risco de ser trocada pela tia. Vai que ele se apaixona...
segunda-feira, 10 de janeiro de 2005
Palhaço de Natal
Uma amiga e colaboradora me escreveu esse desabafo. O e-mail ficou perdido no meio dos 5kg de mensagens de fim de ano e só hj achei. Eles já fizeram as pazes, mas pelo q soube, no reveillon teve espetáculo de novo. Isso q é talento circense!
Liguei para o meu namorado no dia 25 e perguntei se ele estava a fim de ir para a casa da minha prima jogar War. Na mesma hora ele topou. Parecia todo animado. Combinamos, então, de nos encontrar na casa dela às oito da noite.
O relógio marcava nove e quarenta e nada dele... De repente meu celular tocou. Era ele, dizendo que deitou para ver um DVD e acabou dormindo, mas que já estava trocando de roupa para me encontrar.
Onze e meia da noite e nada... Liguei para ele super irritada. O celular tocou, tocou, tocou. Deixei um recado malcriado na secretária eletrônica, dizendo que ele não precisava mais aparecer. Ele ligou cinco minutos depois, dizendo que estava chegando. Bati o pé e disse para ele sumir do mapa. Ele, todo bonzinho, disse que estava muito a fim de me ver. Ah, fala sério!
Marquei com ele às oito da noite e nada dele quase quatro horas depois?! Isso é vontade de me ver??? A desculpa que ele deu: não estava a fim de jogar War. Por que não falou antes, mané???
Uma amiga e colaboradora me escreveu esse desabafo. O e-mail ficou perdido no meio dos 5kg de mensagens de fim de ano e só hj achei. Eles já fizeram as pazes, mas pelo q soube, no reveillon teve espetáculo de novo. Isso q é talento circense!
Liguei para o meu namorado no dia 25 e perguntei se ele estava a fim de ir para a casa da minha prima jogar War. Na mesma hora ele topou. Parecia todo animado. Combinamos, então, de nos encontrar na casa dela às oito da noite.
O relógio marcava nove e quarenta e nada dele... De repente meu celular tocou. Era ele, dizendo que deitou para ver um DVD e acabou dormindo, mas que já estava trocando de roupa para me encontrar.
Onze e meia da noite e nada... Liguei para ele super irritada. O celular tocou, tocou, tocou. Deixei um recado malcriado na secretária eletrônica, dizendo que ele não precisava mais aparecer. Ele ligou cinco minutos depois, dizendo que estava chegando. Bati o pé e disse para ele sumir do mapa. Ele, todo bonzinho, disse que estava muito a fim de me ver. Ah, fala sério!
Marquei com ele às oito da noite e nada dele quase quatro horas depois?! Isso é vontade de me ver??? A desculpa que ele deu: não estava a fim de jogar War. Por que não falou antes, mané???
quarta-feira, 5 de janeiro de 2005
Palhaço personal stylist
Essa foi narrada pela colaboradora Maria, aconteceu com a irmã do namorado de uma amiga dela. Todas são amigas.
A menina tava saindo com um homem que parecia perfeito. Bonito, rico, inteligente. Mas tinha pegadinha. Sempre tem. Depois de uns meses, quando até as famílias já estavam na jogada, o bruto vira pra ela no meio do jantar e solta "como é namorar um formador de opinião?". Como assim, cara pálida? Ela não entendeu, tentou falar que a gente assim, não nasce formador de opinião. Ele retrucou "mas eu nasci pra ser formador de opinião". Então tá, deixa eu acabar de comer.
Mais meia hora e o palhaço solta outra. "Esse seu estilinho assim meio Cantão, presilhinha no cabelo depõe contra você". Como assim? O que quer dizer isso? "Mas não se preocupe, que eu vou te dar um vestido da Isabela Capeto" (a menina, além de workaholic, é mais nova, e não entendeu nem o que era isso. Quando me contou disse que o vestido era da Heloísa Capeto. Pra ver quão desimportante era para ela esse negócio).
Depois dessa, ela desistiu. Valia mais a pena não.
Essa foi narrada pela colaboradora Maria, aconteceu com a irmã do namorado de uma amiga dela. Todas são amigas.
A menina tava saindo com um homem que parecia perfeito. Bonito, rico, inteligente. Mas tinha pegadinha. Sempre tem. Depois de uns meses, quando até as famílias já estavam na jogada, o bruto vira pra ela no meio do jantar e solta "como é namorar um formador de opinião?". Como assim, cara pálida? Ela não entendeu, tentou falar que a gente assim, não nasce formador de opinião. Ele retrucou "mas eu nasci pra ser formador de opinião". Então tá, deixa eu acabar de comer.
Mais meia hora e o palhaço solta outra. "Esse seu estilinho assim meio Cantão, presilhinha no cabelo depõe contra você". Como assim? O que quer dizer isso? "Mas não se preocupe, que eu vou te dar um vestido da Isabela Capeto" (a menina, além de workaholic, é mais nova, e não entendeu nem o que era isso. Quando me contou disse que o vestido era da Heloísa Capeto. Pra ver quão desimportante era para ela esse negócio).
Depois dessa, ela desistiu. Valia mais a pena não.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2005
sexta-feira, 31 de dezembro de 2004
Não pára, não pára, não pára não!
Palhaços Made in Bahia - Parte II
Salvador é um lugar provinciano. Calma, gente. Não me xinguem. Sou baiana, adoro a Bahia, mas vamos combinar que a "cabeça" da galera soteropolitana é bem diferente da "cabeça" do povo daqui do Rio de Janeiro ou de São Paulo, por exemplo. Antes que me venham com explicações sociológicas e/ou psicológicas, falo do universo que eu conheço. Portanto, posso tirar minhas conclus~]oes. Essas diferenças de pensamento podem ser restritas ao povo que eu conheço de lá, pode ser muita coisa também ... mas que é diferente, isso é.
Reunião pós-Natal. Entre idosos, balzacas, cinquentões, adolescentes, destaca-se o grupo de jovens, todos entre 22-25 anos. Todos com seus e suas respectivas namoradas(os). Conversa vai, conversa vem ... eis que uma adolescente (16 anos) se aproxima do grupo e entra na conversa. Ouço o seguinte trecho:
Palhaço - Você já namora?
Adolescente - Já.
Palhaço - Mas assim... sua mão acha tudo bem .. ele é legal?
Adolescente - Claro .. ele é muito legal. Todo mundo lá em casa gosta dele.
Irmã da adolescente - Nossa, o X é muito gracinha.
Palhaço - Huuumm .. tem que ver isso ... ela não tem um pai, um irmão pra aprovar esse namoro ...
Congela a cena.
Não, não estou num livro de Nelson Rodrigues. Olho para os lados e não vejo cavernas ou tacapes. Não, não estou nos tempos medievais e me recuso a acreditar quem em 2004, um garoto de 22 anos, bem nascido, viajado, estudado, entre outras coisas, consiga elaborar em seu cérebro uma frase como essa. Só pra esclarecer: o palhaço e a adolescente são primos. A adolescente em questão tem duas irmãs e sua mãe é divorciada.
Oh, boy ... como explicar para o jovem mancebo que nós mulheres não precisamos de aprovação pra porra nenuma? E que se ainda precisássemos, poderíamos perfeitamente solicita-las de nossos pares femininos, ou seja, mães, irmãs e primas. E ainda assim, em precisando, não seria uma sabatina "aprovativa" no sentido mais indecente possível, colocando o "sacudo" da família,. bravo e forte, para decidir os rumos sentimentais do clã.
A juventude está perdida.
Palhaços Made in Bahia - Parte II
Salvador é um lugar provinciano. Calma, gente. Não me xinguem. Sou baiana, adoro a Bahia, mas vamos combinar que a "cabeça" da galera soteropolitana é bem diferente da "cabeça" do povo daqui do Rio de Janeiro ou de São Paulo, por exemplo. Antes que me venham com explicações sociológicas e/ou psicológicas, falo do universo que eu conheço. Portanto, posso tirar minhas conclus~]oes. Essas diferenças de pensamento podem ser restritas ao povo que eu conheço de lá, pode ser muita coisa também ... mas que é diferente, isso é.
Reunião pós-Natal. Entre idosos, balzacas, cinquentões, adolescentes, destaca-se o grupo de jovens, todos entre 22-25 anos. Todos com seus e suas respectivas namoradas(os). Conversa vai, conversa vem ... eis que uma adolescente (16 anos) se aproxima do grupo e entra na conversa. Ouço o seguinte trecho:
Palhaço - Você já namora?
Adolescente - Já.
Palhaço - Mas assim... sua mão acha tudo bem .. ele é legal?
Adolescente - Claro .. ele é muito legal. Todo mundo lá em casa gosta dele.
Irmã da adolescente - Nossa, o X é muito gracinha.
Palhaço - Huuumm .. tem que ver isso ... ela não tem um pai, um irmão pra aprovar esse namoro ...
Congela a cena.
Não, não estou num livro de Nelson Rodrigues. Olho para os lados e não vejo cavernas ou tacapes. Não, não estou nos tempos medievais e me recuso a acreditar quem em 2004, um garoto de 22 anos, bem nascido, viajado, estudado, entre outras coisas, consiga elaborar em seu cérebro uma frase como essa. Só pra esclarecer: o palhaço e a adolescente são primos. A adolescente em questão tem duas irmãs e sua mãe é divorciada.
Oh, boy ... como explicar para o jovem mancebo que nós mulheres não precisamos de aprovação pra porra nenuma? E que se ainda precisássemos, poderíamos perfeitamente solicita-las de nossos pares femininos, ou seja, mães, irmãs e primas. E ainda assim, em precisando, não seria uma sabatina "aprovativa" no sentido mais indecente possível, colocando o "sacudo" da família,. bravo e forte, para decidir os rumos sentimentais do clã.
A juventude está perdida.
Para fechar o ano .... palhaçadas Made in Bahia
Minha estadia em Salvador rendeu algumas palhaçadas e observações pertinentes quanto ao comportamento dos palhaços soteropolitanos. Como vocês já devem saber, o picadeiro é grande e sempre cheio. Em qualquer lugar do Brasil e do mundo lá estão eles ... nosos queridos palhaços a fazer graça.
Sem mais delongas ... vamos às histórias:
1. O(s) palhaço(s) e o topless
O bruto já chegou na praia lançando olhares galantes para a bunda de uma mocinha que tomava sol de bruços. Tal e qual Tarcísio Meira em seus áureos tempos, o palhaços levantou a sobrancelha, mordeu o lábio e passou vagarosamente pela mocinha, admirando sem pudor a bunda da garota. Uma cena ridícula. Digna de novela mexicana. Não consigo entender esse comportamento masculino de olhar uma mulher como se visse uma "espécime" feminina pela primeira vez na vida. Nunca entendi mesmo. Porque por mais que eu ache um cara bonito, nunca vou passar devagarinho por ele, olhando sem pudor seu bilau. Isso é ridículo. E tipo assim ... que tipo de impressão ele acha que isso causa numa mulher? Não seria mais legal puxar uma conversa, comprar pra ela uma água de coco ou simplesmente olhar de maneira discreta?
Claro que não.
Pois bem ... o palhaço deu uma voltinha pela beira d'água, puxou um banquinho e sentou próximo onde eu estava. Não dava muito bem pra escutar o que ele dizia, mas dava pra analisar o comportamento galã de novela dele. Estava divertidíssimo.
Obs: praia na Bahia tem banquinho.
Continuando: cerveja vai, cerveja vem, cerveja vai e cerveja vem. Vi que atrás dele, uma garota de no máximo 19 anos, tirou o sutiã do biquini e ficou segurando o seio com as mãos. Bizarro é pouco. Ela não saía da cadeira e o cara que estava com ela, um baixinho com seus 50 anos, estava na água, bebendo cerveja e olhando o tempo passar.
Obs: a praia em questão não tem ondas e uma faixa de areia de no máximo 50 metros de largura.
Ela ficou assim quase uma hora e, quando alertado pelo amigo, o bruto não perdeu tempo. Lançou o olhar, mas não se comoveu muito com a cena. Virou, viu, não achou nada demais e voltou a conversar.
Cansada de ficar segurando os peitos, a mocinha do topless, que pra feia tinha que melhorar, perdeu a vergonha e liberou os seios (bonitos por sinal). Continuou sentadinha na cadeira, ainda solitária, porque a essa altura eu já não via mais o baixinho coroa há algum tempo, mas agora com os peitos livres, leves e soltos ... nosso galã não tinha percebido a mudança até ir à água. Na volta, ao ver o topless de fato, mudou da água para o vinho. O homem ficou literalmente "maluco" e não sosssegou enquanto não sentou ao lado da garota. Olhava de cinco em cinco segundos, fazia comentários com o amigo e foi puxando o banquinho devagarinho até que em poucos segundos estava lá oferecendo uma cerveja, puxando papo, dizendo que a praia estava ótima, que o sol era lindo ...
E não só ele (pasmem!): os peitos agora livres causaram uma verdadeira comoção no picadeiro. Um chato que tocava violão tentando conquistar uma outra mocinha, largou tudo que estava fazendo, inclusive o objeto de sua conquista, e foi sentar ao lado da moça de peitos livres, onde --+.começou uma serenata digna do troféu abacaxi. Vendedores, crianças, adolescentes, até duas bichas se levantaram para ver.
Sei não ... fico pensando se os palhaços baianos não conheciam a prática ou estão muito pouco acostumados a ver peitos. Sei que vão chover críticas a minha observação, mas nada contra os baianos. No entanto, não dá pra entender como o simples fato de uma mulher passar horas segurando os peitos com as mãos não causar estranheza e o (outro) simples fato de ela ficar com os peitos livres torná-la quase uma "capivara" carioca, causando tamanha mobilização.
E o palhaço? O palhaço tava lá. Esqueceu até da bunda da mocinha que ele tanto cobiçou. E olha que essa tinha bunda, peito, barriga e rosto bonito. Preferiu o trubufu de peito de fora.
Vai entender ....
Minha estadia em Salvador rendeu algumas palhaçadas e observações pertinentes quanto ao comportamento dos palhaços soteropolitanos. Como vocês já devem saber, o picadeiro é grande e sempre cheio. Em qualquer lugar do Brasil e do mundo lá estão eles ... nosos queridos palhaços a fazer graça.
Sem mais delongas ... vamos às histórias:
1. O(s) palhaço(s) e o topless
O bruto já chegou na praia lançando olhares galantes para a bunda de uma mocinha que tomava sol de bruços. Tal e qual Tarcísio Meira em seus áureos tempos, o palhaços levantou a sobrancelha, mordeu o lábio e passou vagarosamente pela mocinha, admirando sem pudor a bunda da garota. Uma cena ridícula. Digna de novela mexicana. Não consigo entender esse comportamento masculino de olhar uma mulher como se visse uma "espécime" feminina pela primeira vez na vida. Nunca entendi mesmo. Porque por mais que eu ache um cara bonito, nunca vou passar devagarinho por ele, olhando sem pudor seu bilau. Isso é ridículo. E tipo assim ... que tipo de impressão ele acha que isso causa numa mulher? Não seria mais legal puxar uma conversa, comprar pra ela uma água de coco ou simplesmente olhar de maneira discreta?
Claro que não.
Pois bem ... o palhaço deu uma voltinha pela beira d'água, puxou um banquinho e sentou próximo onde eu estava. Não dava muito bem pra escutar o que ele dizia, mas dava pra analisar o comportamento galã de novela dele. Estava divertidíssimo.
Obs: praia na Bahia tem banquinho.
Continuando: cerveja vai, cerveja vem, cerveja vai e cerveja vem. Vi que atrás dele, uma garota de no máximo 19 anos, tirou o sutiã do biquini e ficou segurando o seio com as mãos. Bizarro é pouco. Ela não saía da cadeira e o cara que estava com ela, um baixinho com seus 50 anos, estava na água, bebendo cerveja e olhando o tempo passar.
Obs: a praia em questão não tem ondas e uma faixa de areia de no máximo 50 metros de largura.
Ela ficou assim quase uma hora e, quando alertado pelo amigo, o bruto não perdeu tempo. Lançou o olhar, mas não se comoveu muito com a cena. Virou, viu, não achou nada demais e voltou a conversar.
Cansada de ficar segurando os peitos, a mocinha do topless, que pra feia tinha que melhorar, perdeu a vergonha e liberou os seios (bonitos por sinal). Continuou sentadinha na cadeira, ainda solitária, porque a essa altura eu já não via mais o baixinho coroa há algum tempo, mas agora com os peitos livres, leves e soltos ... nosso galã não tinha percebido a mudança até ir à água. Na volta, ao ver o topless de fato, mudou da água para o vinho. O homem ficou literalmente "maluco" e não sosssegou enquanto não sentou ao lado da garota. Olhava de cinco em cinco segundos, fazia comentários com o amigo e foi puxando o banquinho devagarinho até que em poucos segundos estava lá oferecendo uma cerveja, puxando papo, dizendo que a praia estava ótima, que o sol era lindo ...
E não só ele (pasmem!): os peitos agora livres causaram uma verdadeira comoção no picadeiro. Um chato que tocava violão tentando conquistar uma outra mocinha, largou tudo que estava fazendo, inclusive o objeto de sua conquista, e foi sentar ao lado da moça de peitos livres, onde --+.começou uma serenata digna do troféu abacaxi. Vendedores, crianças, adolescentes, até duas bichas se levantaram para ver.
Sei não ... fico pensando se os palhaços baianos não conheciam a prática ou estão muito pouco acostumados a ver peitos. Sei que vão chover críticas a minha observação, mas nada contra os baianos. No entanto, não dá pra entender como o simples fato de uma mulher passar horas segurando os peitos com as mãos não causar estranheza e o (outro) simples fato de ela ficar com os peitos livres torná-la quase uma "capivara" carioca, causando tamanha mobilização.
E o palhaço? O palhaço tava lá. Esqueceu até da bunda da mocinha que ele tanto cobiçou. E olha que essa tinha bunda, peito, barriga e rosto bonito. Preferiu o trubufu de peito de fora.
Vai entender ....
quinta-feira, 23 de dezembro de 2004
É Natal!
Ou Esses vendedores péla-saco e suas abordagens péssimas
Semana passada estava eu no shopping tratando de torrar meu décimo terceiro antecipadamente, quando entrei em uma loja de moda jovem e logo fui abordada por um vendedor:
- Se a SENHORA quiser alguma coisa, fala comigo.
O palhaço devia ser mais velho que eu, mas só porque eu não estava de calça de “istréti”, top de barriga de fora e tamanco de “cristal”(até porque ia ficar um horror!), ele achou que eu fosse mais velha e tascou o “senhora” onde não devia.
Olhei pra cara do infeliz com um sorriso que ia de fora a fora e uma cara de “poxa, eu estava doida pra te dar um beijo na boca de língua, mas você me chamou de senhora e uma senhora não dá beijo na boca de língua assim...” que ele mudou. Ficou tentando puxar papo, ficou me cercando enquanto eu escolhia e eu nem aí. Quando ia saindo(sem levar nada, claro), ele ainda falou:
- Não esquece de mim, hein?
Pode deixar, não vou esquecer.
Ou Esses vendedores péla-saco e suas abordagens péssimas
Semana passada estava eu no shopping tratando de torrar meu décimo terceiro antecipadamente, quando entrei em uma loja de moda jovem e logo fui abordada por um vendedor:
- Se a SENHORA quiser alguma coisa, fala comigo.
O palhaço devia ser mais velho que eu, mas só porque eu não estava de calça de “istréti”, top de barriga de fora e tamanco de “cristal”(até porque ia ficar um horror!), ele achou que eu fosse mais velha e tascou o “senhora” onde não devia.
Olhei pra cara do infeliz com um sorriso que ia de fora a fora e uma cara de “poxa, eu estava doida pra te dar um beijo na boca de língua, mas você me chamou de senhora e uma senhora não dá beijo na boca de língua assim...” que ele mudou. Ficou tentando puxar papo, ficou me cercando enquanto eu escolhia e eu nem aí. Quando ia saindo(sem levar nada, claro), ele ainda falou:
- Não esquece de mim, hein?
Pode deixar, não vou esquecer.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2004
Ex-sogro também é palhaço
Neguinho adora falar mal da sogra, mas esquece que sogro é homem e, portanto, palhaço. Quando passa a ex, a coisa piora.
Uma conhecida conta que durante seus dez anos de casamento seu ex-sogro a chamou pelo nome da primeira mulher do seu marido. E olha que os nomes são beeeeeeeeeeem diferentes e o tal ex-sogro nem conviveu com a ex-nora porque ela e o filho dele viviam em outro estado, o casamento só tinha durado dois anos e terminado há outros dois. É ou não é palhaçada?
Neguinho adora falar mal da sogra, mas esquece que sogro é homem e, portanto, palhaço. Quando passa a ex, a coisa piora.
Uma conhecida conta que durante seus dez anos de casamento seu ex-sogro a chamou pelo nome da primeira mulher do seu marido. E olha que os nomes são beeeeeeeeeeem diferentes e o tal ex-sogro nem conviveu com a ex-nora porque ela e o filho dele viviam em outro estado, o casamento só tinha durado dois anos e terminado há outros dois. É ou não é palhaçada?
quarta-feira, 15 de dezembro de 2004
Palhaço no trabalho?
O ideal é você dar em cima da sua colega de trabalho no próprio ambiente de trabalho.
Melhor ainda quando faz isso soltando cantadas baratas mesmo sabendo que ela é casada.
E tudo fica ainda mais gostoso quando você, além de falar, manda torpedos por e-mail.
Mas a cereja do sundae chega quando você, com o intuito de agrada-la, dá a ela um casinha feita de palitos de picolé.
"Um mimo", como ele mesmo classifica.
Não há quem possa.
O ideal é você dar em cima da sua colega de trabalho no próprio ambiente de trabalho.
Melhor ainda quando faz isso soltando cantadas baratas mesmo sabendo que ela é casada.
E tudo fica ainda mais gostoso quando você, além de falar, manda torpedos por e-mail.
Mas a cereja do sundae chega quando você, com o intuito de agrada-la, dá a ela um casinha feita de palitos de picolé.
"Um mimo", como ele mesmo classifica.
Não há quem possa.
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