Leia você mesmo e tire suas conclusões
Fragmentos da conversa anterior que me deixaram inferir que o bruto estava me dando condição.
Pela terceira vez em uma semana, ele diz que lembrou de mim:
Palhaço: hj fui até o meier e lembrei de vc
Euzinha: vc tem lembrado muito de mim... seria saudade? ; )
Palhaço: será?!?!?!
E confessa a saudade:
Euzinha: entao, isso quer dizer q vc sente saudades minhas, Palhaço:? (...)
Palhaço: sim (...)
Quando eu faço uma brincadeira para ele me achar em uma foto cheia de gente e ele acerta, se insinua, numa tentativa de sedução, mas, como já é do seu feitio, não abre o jogo e não diz claramente o que quer comigo, o que pode ser visto no final:
Euzinha: isso! bingo!
Euzinha: vai ganhar duas mariolas e um vale transporte!
(...)
Palhaço: quero isso não
E o bruto insiste em “trocar o prêmio”:
Euzinha: ah, vai ter q levar, filho... ganhou, tem q levar!
Palhaço: dá outra coisa
Euzinha: lamento. nao posso oferecer mais q isto... regras do jogo.
Palhaço: po...
Euzinha: lamento... vai querer o prêmio mesmo assim? caso contrario passarei adiante.
Palhaço: quero outra coisa
Euzinha: ja falei q sao as resgras: so duas mariolas e um vale transporte.
Palhaço: nao nao
quero outra coisa
Euzinha: olha, vc pode fazer um reclamação por escrito para gerência, mas será impossível trocar o prêmio.
Palhaço: quero outra coisa!!!!
(...)
Euzinha: deixe sua sugestão na gerência. quem sabe no próximo jogo não colocamos seu desejado prêmio como brinde?
Muitos outros assuntos depois, ele ainda volta ao assunto:
Palhaço: kd a gerência?!! quero reclamar!!!! quero outra coisa!!!!
Outros muitos assuntos depois:
Palhaço: kd a gerenciaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!
(...)
Euzinha: eu sou a gerente. pode reclamar comigo mesmo.
Palhaço: eu quero outra coisa
Euzinha: meu senhor, já lhe expliquei q o prêmio eh esse.
Palhaço: quero trocar
ta na lei!
Euzinha: q lei?
Palhaço: lei de defesa do consumidor
Euzinha: bom, mas isso não foi uma compra. foi uma promoção.
Palhaço: mas lei é lei!
direito de troca
Euzinha: olha, vamos fazer assim: vc diz o que quer e eu vejo se posso trocar, tá?
Palhaço: em vez das mariolas e do vale quero....
posso pensar?
(...)
Euzinha: eu não garanto nada. só vou anotar sua sugestão para a próxima promoção.
Palhaço: mas não vai fazer essa promoção pra qq um
Euzinha: como não? isso não eh justo!
Palhaço: só pra clientes especiais
E sobre a minha bunda:
Palhaço: q tu tá com um bundão... no bom sentido
homem gosta de bunda!
Sobre nossa última vez:
Palhaço: o conjunto foi legal
Euzinha: legal???
Euzinha: vc eh muito cara de pau de dizer para um mulher a transar com ela foi "legal".
Palhaço: muito bom
legal
maneiro
gostoso
E o final bem palhaço:
Palhaço: estava mexendo com vc
Euzinha: vc adora mexer comigo...
Palhaço: pra não perder o costume
Euzinha: sei como eh...
Palhaço: como é?
Euzinha: isso de não perder o costume. eh aquela "não dança, nem sai da pista", sabe?
Palhaço: e vc quer o q?
Euzinha: como?
Palhaço: quer q dance ou saia da pista
Euzinha: eu queria q vc tivesse dançado, mas vc saiu da pista, neh?
Palhaço: :-)
Euzinha: to indo dormir.
Palhaço: eu tb....
bons sonhos
bjs
p.s> gosto de vc
Euzinha: vou tentar. :)
bjs.
eu sei q gosta.
quinta-feira, 29 de maio de 2003
Palhaço perguntador
Palhaço: posso perguntar uma coisa?
no seu blog:
"Lembrar sempre Não dar em cima do amigo que tem namorada."
Euzinha: e?
Palhaço: tem nome o amigo?
Euzinha: tem
Palhaço: qual o nome dele?
Euzinha: vc quer saber se eh vc?
Palhaço: é
Euzinha: nao eh vc. ate pq quem deu em cima de mim foi vc e não ao contrario.
Depois de refazer do susto da resposta:
Palhaço: eu dei em cima de vc?
Belia: pelo menos disse q estava "com saudades".
Palhaço: "uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa"
Euzinha: ah, Palhaço, sai fora ! vc ficou cheio de graça pra cima de mim: inventou de querer "trocar o prêmio" ( que eu brinquei no blog que daria a quem me achasse em um foto cheia de gente e ele me achou), falou da nossa última transa, falou da minha bunda... isso tudo pq? pq vc sente falta da minha amizade????
Alguns minutos depois:
Palhaço: nada a ver...
Palhaço: posso perguntar uma coisa?
no seu blog:
"Lembrar sempre Não dar em cima do amigo que tem namorada."
Euzinha: e?
Palhaço: tem nome o amigo?
Euzinha: tem
Palhaço: qual o nome dele?
Euzinha: vc quer saber se eh vc?
Palhaço: é
Euzinha: nao eh vc. ate pq quem deu em cima de mim foi vc e não ao contrario.
Depois de refazer do susto da resposta:
Palhaço: eu dei em cima de vc?
Belia: pelo menos disse q estava "com saudades".
Palhaço: "uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa"
Euzinha: ah, Palhaço, sai fora ! vc ficou cheio de graça pra cima de mim: inventou de querer "trocar o prêmio" ( que eu brinquei no blog que daria a quem me achasse em um foto cheia de gente e ele me achou), falou da nossa última transa, falou da minha bunda... isso tudo pq? pq vc sente falta da minha amizade????
Alguns minutos depois:
Palhaço: nada a ver...
segunda-feira, 26 de maio de 2003
Palhaço de aniversário
Essa aconteceu com uma colega minha, fomos estagiárias juntas. Nem lembrava mais, outro dia conversando com outra amiga daquela época lembramos dessa palhaçada e não podia deixar de mostrar mais esse exemplo de palhaço.
A menina era meio intelectualmente desfavorecida. Ou talvez nem fosse esse o caso, fosse apenas falta de loção pela criação q teve - o pai a mimava e superprotegia, mas tb a esculhambava o tempo todo (clássico exemplo de palhaço paterno). O caso foi q ela começou a namorar um ser hediondo. Além de parecer q ia explodir daqui a alguns instantes de tão gordo, ele se vestia q nem espantalho: sempre com camisas horrorosas por dentro da calça jeans pescando siri. Mas o pior mesmo era o caráter, o cara era um babaca clássico.
Era aniversário dela, em 1997 ou 1998, não lembramos bem o ano. Ela, papai, mamãe e a criatura bizarra do namorado (ele só gostava q o chamassem por um apelidinho ridículo). O quarteto comemorava a primavera dela no Out Back da Barra. Comemoravam lá pq o anão pescando siri tinha amigos q trabalhavam lá, claro! Além de palhaço era mão de vaca, queria desconto.
Comeram a tal batata frita com queijo e, na hora do parabéns, todo o restaurante parou para comemorar junto com a pobre sua nova idade. Porém, na hora de apagar as velinhas, o simpático e gente boa mandou a singela namorada apagar a vela bem de pertinho, bem próximo. Segundo relato da vítima, ele argumentou q o restaurante era australiano e esse era um costume daquele país. Ela acreditou. Quando a coitada chegou bem perto do bolo, o malvado anão pescador de siri a empurrou e ela enfiou a cara no bolo.
Se não me falhe a memória, era bolo de coco. TODOS, eu disse TODOS riram da cena: garçons, maitre, papai, mamãe e principalmente, o mané. Ela contou que todos ficaram rindo. Todo o restaurante (que estava cheio) viu a cena. Logo depois, os garçons ficaram cochichando sobre o ocorrido. Ela, coitadinha, fez beicinho, ficou putinha, mas parou nisso. Nem para dar uma prrada naquele anão pescador. Mas tb se os próprios pais tavam rindo...
Resta a dúvida: será q o Outback é o restaurante favorito dos palhaços?
Essa aconteceu com uma colega minha, fomos estagiárias juntas. Nem lembrava mais, outro dia conversando com outra amiga daquela época lembramos dessa palhaçada e não podia deixar de mostrar mais esse exemplo de palhaço.
A menina era meio intelectualmente desfavorecida. Ou talvez nem fosse esse o caso, fosse apenas falta de loção pela criação q teve - o pai a mimava e superprotegia, mas tb a esculhambava o tempo todo (clássico exemplo de palhaço paterno). O caso foi q ela começou a namorar um ser hediondo. Além de parecer q ia explodir daqui a alguns instantes de tão gordo, ele se vestia q nem espantalho: sempre com camisas horrorosas por dentro da calça jeans pescando siri. Mas o pior mesmo era o caráter, o cara era um babaca clássico.
Era aniversário dela, em 1997 ou 1998, não lembramos bem o ano. Ela, papai, mamãe e a criatura bizarra do namorado (ele só gostava q o chamassem por um apelidinho ridículo). O quarteto comemorava a primavera dela no Out Back da Barra. Comemoravam lá pq o anão pescando siri tinha amigos q trabalhavam lá, claro! Além de palhaço era mão de vaca, queria desconto.
Comeram a tal batata frita com queijo e, na hora do parabéns, todo o restaurante parou para comemorar junto com a pobre sua nova idade. Porém, na hora de apagar as velinhas, o simpático e gente boa mandou a singela namorada apagar a vela bem de pertinho, bem próximo. Segundo relato da vítima, ele argumentou q o restaurante era australiano e esse era um costume daquele país. Ela acreditou. Quando a coitada chegou bem perto do bolo, o malvado anão pescador de siri a empurrou e ela enfiou a cara no bolo.
Se não me falhe a memória, era bolo de coco. TODOS, eu disse TODOS riram da cena: garçons, maitre, papai, mamãe e principalmente, o mané. Ela contou que todos ficaram rindo. Todo o restaurante (que estava cheio) viu a cena. Logo depois, os garçons ficaram cochichando sobre o ocorrido. Ela, coitadinha, fez beicinho, ficou putinha, mas parou nisso. Nem para dar uma prrada naquele anão pescador. Mas tb se os próprios pais tavam rindo...
Resta a dúvida: será q o Outback é o restaurante favorito dos palhaços?
domingo, 25 de maio de 2003
Palhaço trabalhador
Um funcionário lá do trabalho vive cantando uma colega de setor. Toda vez que vai a nossa sala, ele solta uma piada ou faz um comentário para ela. A gente colocava pilha porque ela é divorciada, tem duas filhas já na faculdade e nada que a impeça de começar um rolo com ele. Cautelosa, ela sempre relutou porque não gosta de sair com ninguém do trabalho (tolinha!), mas obviamente gostava do assédio e já estava quase cedendo às investidas do bonitinho quando descobriu por acaso que o cara “vive com uma mulher há anos” (leia-se: é casado) e pensa em ter filhos com ela ainda este ano. Se o cara age assim no trabalho, onde mais cedo ou mais tarde saberíamos que é casado, imagine o que não faz quando não há como a cortejada saber sobre sua vida?
Um funcionário lá do trabalho vive cantando uma colega de setor. Toda vez que vai a nossa sala, ele solta uma piada ou faz um comentário para ela. A gente colocava pilha porque ela é divorciada, tem duas filhas já na faculdade e nada que a impeça de começar um rolo com ele. Cautelosa, ela sempre relutou porque não gosta de sair com ninguém do trabalho (tolinha!), mas obviamente gostava do assédio e já estava quase cedendo às investidas do bonitinho quando descobriu por acaso que o cara “vive com uma mulher há anos” (leia-se: é casado) e pensa em ter filhos com ela ainda este ano. Se o cara age assim no trabalho, onde mais cedo ou mais tarde saberíamos que é casado, imagine o que não faz quando não há como a cortejada saber sobre sua vida?
sexta-feira, 23 de maio de 2003
Aviso
A (s) criatura (s) q anda (m) assolando o nosso tão amado HTP postam uma tag nos comentários, q não aparece, mas faz q toda vez q alguém passe o mouse em cima seja aberta outra janela, q pode ser uma foto pornô ou um blog.
Pra disfarçar suas intenções esse ser faz comentários aparentemente insuspeitos, alguma vezes até concordando conosco. Na maior parte das vezes assina um nome feminino. Percebi pela coincidência de IPs, com intervalo de tempo irrelevante, mas assinados por pessoas diferentes. Só q todos esses comentário aparece em bold ou italico. Desconfiei e comecei a abrir um a um e a tag estava em todos. No começo ainda tirei apenas o código (vcs podem notar nos comentários, todos q estiverem escrito 'Alterado'), qndo tive certeza q eram comentários falsos comecei a banir e apagar.
Portanto leitores e comentaristas de verdade, não façam mais comentários usando esses recursos, pois como não tenho tempo de abrir um por um pra ver se a tag está lá, passarei a apagá-los e bloquear o IP sumariamente.
A (s) criatura (s) q anda (m) assolando o nosso tão amado HTP postam uma tag nos comentários, q não aparece, mas faz q toda vez q alguém passe o mouse em cima seja aberta outra janela, q pode ser uma foto pornô ou um blog.
Pra disfarçar suas intenções esse ser faz comentários aparentemente insuspeitos, alguma vezes até concordando conosco. Na maior parte das vezes assina um nome feminino. Percebi pela coincidência de IPs, com intervalo de tempo irrelevante, mas assinados por pessoas diferentes. Só q todos esses comentário aparece em bold ou italico. Desconfiei e comecei a abrir um a um e a tag estava em todos. No começo ainda tirei apenas o código (vcs podem notar nos comentários, todos q estiverem escrito 'Alterado'), qndo tive certeza q eram comentários falsos comecei a banir e apagar.
Portanto leitores e comentaristas de verdade, não façam mais comentários usando esses recursos, pois como não tenho tempo de abrir um por um pra ver se a tag está lá, passarei a apagá-los e bloquear o IP sumariamente.
Seguindo sugestão de Lito
Esses são os IPs das criaturas q andam tentando gongar o HTP. O Fábio do F&D já baniu todos e apagou os comentários (mais de 700).
Algum de vcs usa o mesmo provedor? Vamos fazer uma queixa formal.
63.171.232.249
151.36.98.50
200.246.46.131
218.75.150.193
200.141.99.226
200.141.103.152
200.141.101.155
200.141.101.152
Esses são os IPs das criaturas q andam tentando gongar o HTP. O Fábio do F&D já baniu todos e apagou os comentários (mais de 700).
Algum de vcs usa o mesmo provedor? Vamos fazer uma queixa formal.
63.171.232.249
151.36.98.50
200.246.46.131
218.75.150.193
200.141.99.226
200.141.103.152
200.141.101.155
200.141.101.152
quinta-feira, 22 de maio de 2003
Tinha q ser coisa de homem, né?
Na Revista Nova desse mês tem uma matéria intitulada Difamados pela rede, basicamente sobre palhaçadas via internet. Adivinha só o q concluíram?
Embora o Brasil tenha ingressado tarde na era da informática, entrou de sola — já somos mais de 6 milhões de internautas. E, no meio de tantos, os engraçadinhos (ou criminosos virtuais, como prefere a polícia) se proliferam. São quase sempre homens: segundo a Polícia Civil de São Paulo, 90% dos crimes desse tipo são cometidos por representantes do sexo masculino, precisamente rapazes de classe média alta, inteligentes e bem-educados, com idade entre 16 e 32 anos. Para a psicóloga Ivelise Fortim de Campos, do núcleo de pesquisas em informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a PUC/SP, o motivo que os leva a agir é simples. "Há pessoas que sentem prazer em expor outras ao ridículo. Se perguntarmos a uma delas por que divulgou fotomontagens pela rede, com certeza a resposta será que foi por diversão", analisa. O psicólogo Ruy Barboza, surpervisor do Programa de Doenças Afetivas da Universidade Federal de São Paulo, concorda. E acrescenta: "Existe também um componente de perversão, já que o autor da brincadeira sabe que poderá prejudicar moralmente o atingido e tem consciência de que é errado o que está fazendo. O mais importante para ele, porém, é se sentir poderoso em relação ao outro".
Na Revista Nova desse mês tem uma matéria intitulada Difamados pela rede, basicamente sobre palhaçadas via internet. Adivinha só o q concluíram?
Embora o Brasil tenha ingressado tarde na era da informática, entrou de sola — já somos mais de 6 milhões de internautas. E, no meio de tantos, os engraçadinhos (ou criminosos virtuais, como prefere a polícia) se proliferam. São quase sempre homens: segundo a Polícia Civil de São Paulo, 90% dos crimes desse tipo são cometidos por representantes do sexo masculino, precisamente rapazes de classe média alta, inteligentes e bem-educados, com idade entre 16 e 32 anos. Para a psicóloga Ivelise Fortim de Campos, do núcleo de pesquisas em informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a PUC/SP, o motivo que os leva a agir é simples. "Há pessoas que sentem prazer em expor outras ao ridículo. Se perguntarmos a uma delas por que divulgou fotomontagens pela rede, com certeza a resposta será que foi por diversão", analisa. O psicólogo Ruy Barboza, surpervisor do Programa de Doenças Afetivas da Universidade Federal de São Paulo, concorda. E acrescenta: "Existe também um componente de perversão, já que o autor da brincadeira sabe que poderá prejudicar moralmente o atingido e tem consciência de que é errado o que está fazendo. O mais importante para ele, porém, é se sentir poderoso em relação ao outro".
Vocês não têm jeito mesmo
Relatei no meu blog a problemática que está sendo comprar uma chuteira para mim número 37. Disse que não consigo achar um sapato adequado para os meus delicados pezinhos para a boa prática da atividade esportiva chamada futebol.
Eis que leio a seguinte pérola nos comentários:
"Delicados pezinhos 37? quanto você tem de altura... desculpa, nada contra mas, pezinho delicado é 34 ou 35.
zoso
Vamos lá: pezinhos delicados são pezinhos bem tratados, lisinhos, sem calosidade, sem unhas encravadas, sem aquelas horrorosas rachaduras no calcanhar, com unhas cortadinhas e bem feitinhas. E isso, meu querido, independe de sexo e, principalmente, de tamanho. Mulheres que calçam 36, 37, 38, 39, 40, 41, 42, etc, podem ter e devem ter pés assim, porque é da natureza feminina cuidar dos pés.
Alguns homens, graças a Deus, também cuidam dos pés.
Portanto, caro sr. Grosseria e ingenuidade, antes de falar bobagem, se certifique.
Se a sua namorada ou mulher calçar mais do que esses números que você citou, não queria estar na sua pele.
Por essa pérola, ele acaba de entrar no Dicionário Palhaço na categoria Palhaço Naif.
Palhaço Naif - É um palhaço ingênuo, quase bobo. Acha que toda lésbica não gosta de pau e que ele, com a sua pica "mágica", pode converte-la. Adoram um esteriótipo. Mulheres pequenas são sempre mais delicadas, irmãs devem sempre ser protegidas. Têm um certa tendência machita. São em sua maioria novinhos e requerem adestramento. Não sabem lidar com o sexo feminino e o excesso de hormônio pode fazer com que eles falem muita bobagem. Evitem sair com ele e suas amigas. A vantagem: são fáceis de manipular.
Relatei no meu blog a problemática que está sendo comprar uma chuteira para mim número 37. Disse que não consigo achar um sapato adequado para os meus delicados pezinhos para a boa prática da atividade esportiva chamada futebol.
Eis que leio a seguinte pérola nos comentários:
"Delicados pezinhos 37? quanto você tem de altura... desculpa, nada contra mas, pezinho delicado é 34 ou 35.
zoso
Vamos lá: pezinhos delicados são pezinhos bem tratados, lisinhos, sem calosidade, sem unhas encravadas, sem aquelas horrorosas rachaduras no calcanhar, com unhas cortadinhas e bem feitinhas. E isso, meu querido, independe de sexo e, principalmente, de tamanho. Mulheres que calçam 36, 37, 38, 39, 40, 41, 42, etc, podem ter e devem ter pés assim, porque é da natureza feminina cuidar dos pés.
Alguns homens, graças a Deus, também cuidam dos pés.
Portanto, caro sr. Grosseria e ingenuidade, antes de falar bobagem, se certifique.
Se a sua namorada ou mulher calçar mais do que esses números que você citou, não queria estar na sua pele.
Por essa pérola, ele acaba de entrar no Dicionário Palhaço na categoria Palhaço Naif.
Palhaço Naif - É um palhaço ingênuo, quase bobo. Acha que toda lésbica não gosta de pau e que ele, com a sua pica "mágica", pode converte-la. Adoram um esteriótipo. Mulheres pequenas são sempre mais delicadas, irmãs devem sempre ser protegidas. Têm um certa tendência machita. São em sua maioria novinhos e requerem adestramento. Não sabem lidar com o sexo feminino e o excesso de hormônio pode fazer com que eles falem muita bobagem. Evitem sair com ele e suas amigas. A vantagem: são fáceis de manipular.
quarta-feira, 21 de maio de 2003
Os palhaços e as lésbicas
Quando a gente diz que homem é tudo palhaço, neguinho não gosta, mas vem cá: como devem ser chamados os caras que vendo que duas amigas são na verdade um casal ainda insistem em uma aproximação?
Eu sei que a maioria dos homens tem tara pode ver duas mulheres transando. Ok, não é errado ser assim, o que eu acho muito estranho, absurdamente machista e prepotente é quando eles tentam se aproximar de um casal de lésbicas assumidas (ou que no mínimo estão dando pinta) achando que elas vão se render a sua irresistível virilidade. Já observei várias vezes na night homens cantando mulheres acompanhadas de outras mulheres. Alow! Isso é patético e muito desrespeitoso. Se elas formam um casal é porque se gostam, meu camarada! Lamento informar, mas seu pau não é a coisa mais importante do mundo. Nem todas o querem (aliás, quando o cara apela assim, bem poucas devem quere-lo).
Se seu sonho é ver duas mulheres transando, conte uma história triste pra sua namorada e a convença a embarcar na sua fantasia(cuidado porque corre o risco dela gostar mais da outra, viu?). Agora, dar em cima de casal gay é um papelão!
Em tempo: Detesto o termo lésbica, que me lembra lesma, aquele bicho nojento. Prefiro sapatão, mas para evitar (mais) polêmica preferi ser politicamente correta.
Ainda dá tempo?: Antes que pensem (e vão pensar) que estou legislando em causa própria, aviso que não era uma das partes envolvidas na cantada, mas se, como diz Nara, pra sapatão só falto pegar mulher, então, posso me dar ao desfrute de falar do assunto sem medo de ser feliz.
Quando a gente diz que homem é tudo palhaço, neguinho não gosta, mas vem cá: como devem ser chamados os caras que vendo que duas amigas são na verdade um casal ainda insistem em uma aproximação?
Eu sei que a maioria dos homens tem tara pode ver duas mulheres transando. Ok, não é errado ser assim, o que eu acho muito estranho, absurdamente machista e prepotente é quando eles tentam se aproximar de um casal de lésbicas assumidas (ou que no mínimo estão dando pinta) achando que elas vão se render a sua irresistível virilidade. Já observei várias vezes na night homens cantando mulheres acompanhadas de outras mulheres. Alow! Isso é patético e muito desrespeitoso. Se elas formam um casal é porque se gostam, meu camarada! Lamento informar, mas seu pau não é a coisa mais importante do mundo. Nem todas o querem (aliás, quando o cara apela assim, bem poucas devem quere-lo).
Se seu sonho é ver duas mulheres transando, conte uma história triste pra sua namorada e a convença a embarcar na sua fantasia(cuidado porque corre o risco dela gostar mais da outra, viu?). Agora, dar em cima de casal gay é um papelão!
Em tempo: Detesto o termo lésbica, que me lembra lesma, aquele bicho nojento. Prefiro sapatão, mas para evitar (mais) polêmica preferi ser politicamente correta.
Ainda dá tempo?: Antes que pensem (e vão pensar) que estou legislando em causa própria, aviso que não era uma das partes envolvidas na cantada, mas se, como diz Nara, pra sapatão só falto pegar mulher, então, posso me dar ao desfrute de falar do assunto sem medo de ser feliz.
O clássico não precisava
Os 2 estão numa festa.
Vem entrando um ex dela. O atual a cutuca e diz 'olha o seu amigo aí'. Nisso o ex passa pelos dois e fala 'oi' sem parar e segue em frente. Ela responde 'Meu amigo nada, é teu amigo'.
O namorado palhaço replica 'meu sócio'.
Precisava dizer essa grosseria desnecessária? Não precisava, né?
Os 2 estão numa festa.
Vem entrando um ex dela. O atual a cutuca e diz 'olha o seu amigo aí'. Nisso o ex passa pelos dois e fala 'oi' sem parar e segue em frente. Ela responde 'Meu amigo nada, é teu amigo'.
O namorado palhaço replica 'meu sócio'.
Precisava dizer essa grosseria desnecessária? Não precisava, né?
terça-feira, 20 de maio de 2003
Palhaço esnobe
Antes que os defensores da macheza, esses rapazolas que sempre batem plantão no blog, comecem a reclamar, quero dizer que este post não deve ser generalizado. Há muitas exceções para esse caso que vou relatar abaixo. Este post não é sobre a condição do homem-na-sociedade-moderna-enquanto-conquistador, mas sim de uma pessoa sem educação e loção.
Vamos ao caso:
Eu, mamãe e irmãzinha fomos dar uns bordejos no Rio Sul ontem à noite. Mamãe faz aniversário amanhã e queria comprar umas roupinhas novas. Gastou horrores na Chifon. Ok ... não é melhor loja do mundo, a gente sabe, mas pro que é bacalhau basta. Compras terminadas, continuamos nosso passeio. Mamãe lembrou de ter visto uma calça preta interessante para minha irmã na Yes Brasil. Munidas de nossas bolsas da Chifon e nossos pertences, entramos na Yes Brasil despretensiosamente. Um rapaz "muderninho", carequinha, óculos estiloso, magrinho, se aproximou da gente com o tradicional ... "Posso ajudar?"
Minha mãe falou da calça preta e o bruto rapidamente apontou para o canto da loja. As vendedoras, trajando roupas que eu classifico como hediondas, nos olhavam com um certo ar blasé. Até aí morreu Neves ... só que após verificarmos que a calça não ficava bem na minha irmã, resolvemos sair e aí ...
O magrelo careca resolveu debochar das sacolas da Chifon ... meu amigo .. pobre rapaz ... mal sabe ele que com mamãe não se brinca ... mamãe já estava fora da loja quando ouviu a gracinha. Deu meia volta, dedo em riste, quase enfiou as três sacoelas na goela do bruto.
Pois é .. vendedor vive de que mesmo? Comissão, certo?
Aaahhh tá .. sei que questões de boa educação transcedem o sexo. Homens e mulheres têm por obrigação tratar os outros com respeito. E aí, eu pergunto, o que tem na cabeça um vendedor de uma loja em decadência, num shopping como o Rio Sul, que tira onda com potenciais clientes?
Nada, absolutamente nada. Palhaçada das grossas.
Antes que os defensores da macheza, esses rapazolas que sempre batem plantão no blog, comecem a reclamar, quero dizer que este post não deve ser generalizado. Há muitas exceções para esse caso que vou relatar abaixo. Este post não é sobre a condição do homem-na-sociedade-moderna-enquanto-conquistador, mas sim de uma pessoa sem educação e loção.
Vamos ao caso:
Eu, mamãe e irmãzinha fomos dar uns bordejos no Rio Sul ontem à noite. Mamãe faz aniversário amanhã e queria comprar umas roupinhas novas. Gastou horrores na Chifon. Ok ... não é melhor loja do mundo, a gente sabe, mas pro que é bacalhau basta. Compras terminadas, continuamos nosso passeio. Mamãe lembrou de ter visto uma calça preta interessante para minha irmã na Yes Brasil. Munidas de nossas bolsas da Chifon e nossos pertences, entramos na Yes Brasil despretensiosamente. Um rapaz "muderninho", carequinha, óculos estiloso, magrinho, se aproximou da gente com o tradicional ... "Posso ajudar?"
Minha mãe falou da calça preta e o bruto rapidamente apontou para o canto da loja. As vendedoras, trajando roupas que eu classifico como hediondas, nos olhavam com um certo ar blasé. Até aí morreu Neves ... só que após verificarmos que a calça não ficava bem na minha irmã, resolvemos sair e aí ...
O magrelo careca resolveu debochar das sacolas da Chifon ... meu amigo .. pobre rapaz ... mal sabe ele que com mamãe não se brinca ... mamãe já estava fora da loja quando ouviu a gracinha. Deu meia volta, dedo em riste, quase enfiou as três sacoelas na goela do bruto.
Pois é .. vendedor vive de que mesmo? Comissão, certo?
Aaahhh tá .. sei que questões de boa educação transcedem o sexo. Homens e mulheres têm por obrigação tratar os outros com respeito. E aí, eu pergunto, o que tem na cabeça um vendedor de uma loja em decadência, num shopping como o Rio Sul, que tira onda com potenciais clientes?
Nada, absolutamente nada. Palhaçada das grossas.
segunda-feira, 19 de maio de 2003
Super palhaço
Sábado foi dia de Super Brazooka, no Cine Íris. Três andares de música brasileira. Saí de casa com um único pensamento: me acabar de dançar.
Festa rolando, um cara se aproxima de mim e tenta me puxar pela mão para um canto da pista.
– Não, eu quero dançar., respondi até sorrindo (juro!).
– Ahhhhhhhhh... Vem cá.
– Não, hoje eu quero dançar muito.
– São três e quinze. Você não acha que já dançou muito, não? Vai dançar até que horas?
Meu Deus! Será que ele pensa que com este aproach vai conseguir convencer alguma mulher a ficar com ele? Os puristas dirão que não chega a ser uma grande palhaçada, mas demonstra uma total falta tato e habilidade para conquista, o que já é um passo para o picadeiro.
Sábado foi dia de Super Brazooka, no Cine Íris. Três andares de música brasileira. Saí de casa com um único pensamento: me acabar de dançar.
Festa rolando, um cara se aproxima de mim e tenta me puxar pela mão para um canto da pista.
– Não, eu quero dançar., respondi até sorrindo (juro!).
– Ahhhhhhhhh... Vem cá.
– Não, hoje eu quero dançar muito.
– São três e quinze. Você não acha que já dançou muito, não? Vai dançar até que horas?
Meu Deus! Será que ele pensa que com este aproach vai conseguir convencer alguma mulher a ficar com ele? Os puristas dirão que não chega a ser uma grande palhaçada, mas demonstra uma total falta tato e habilidade para conquista, o que já é um passo para o picadeiro.
sexta-feira, 16 de maio de 2003
Palhaço doido por pipoca
Tudo bem, eu queria mesmo era ir a praia, mas ok....pq não tentar, né? Combinei do bruto passar pra me pegar e irmos pro nosso programinha vespertino. Almoço e cinema. Parecia q nem ia doer. Parecia.
Qndo entro no carro o mancebo tava com uma bermuda (horrível) cáqui e uma camisa pólo (horror!) bege com listras verdes. A combinação em si já era bizarra, se considerarmos o tom amarelado da pele dele (como dizia minha madrinha, cor de peido engarrafado), já ficava escroto. Mas se vcs vissem o estado da camisa, com aquela barra da manga toda arregaçada, vcs concordariam comigo q tava grotesco. Tudo bem, após o choque inicial entonei mentalmente o mantra "Roberta, larga de ser cricri" e tentei abstrair.
Enquanto palhacinho, onde ele escolheu ir? No Cinemark do Botafogo Praia Shopping. Isso, aquele mesmo q tá sempre abarrotado de adolescentes barulhentos. Num domingo então....delícia. Nem lembro o q comemos, mas até aí tudo bem, o negócio foi qndo fomos escolher o filme. Ele quis ver uma daquelas comédias americanas totalmente idiotas. "Vc é muito séria. A vida já é séria, tem q aprender a relaxar". Ok, eu tava numa tarde benevolente e aceitei. Mas o pior ainda estava por vir...
Compramos os ingressos, entramos e fomos comprar pipoca. Eu disse q queria apenas uma coca light, ele comprou um balde de refrigerante e outro de pipoca. Como faltava ainda algum tempo pro filme ficamos conversando no balcão. Distraída e naturalmente, peguei 1, apenas 1 grão de pipoca e botei na boca. "A pipoca eu comprei pra comer dentro do cinema". Como assim o cara reclama pq eu comi 1 grão da pipoca dele? Enfie o balde inteiro no rabo, meu nêgo!
Não falei nada. Apenas olhei pra ele com cara de m-o-r-r-a! Ele sacou o non sense da grosseria q tinha feito, fez cara de "ai, meu Deus!", pegou uma mão cheia de pipoca e enfiou na boca duma vez só. Virou de lado e não disse nada. Nem preciso acrescentar q foi a última vez q saí com ele, né?
Eu devia ter desconfiado
Tudo bem, eu devia ter sacado tudo na noite anterior. Ele me chamou pra jantar e ir a uma festa em Santa Teresa depois. Programão né? Pior ainda, adivinhem o restaurante q ele escolheu? OutBack. Tinha inaugurado aquele de Botafogo há pouco tempo e o palhacinho quis ir lá. Tá, tudo bem, afinal só esperamos mais de 1hora pela mesa mesmo, né? E daí?
Daí ele pede aqueles pedaços de frango com molho. Prato adequadíssimo pra qndo vc sai pela primeira vez com alguém q não conhece direito, né? Come-se o frango com as mãos e fica-se com os dedos e boca engordurados. Um charme.
Enquanto conversávamos comentei q adora meus amigos, q eram uma das coisas mais importantes da minha vida, e perguntei pelos amigos dele. Ele fez uma cara de criança q foi pega quebrando algo, disse "eu não tenho amigos, mas não sou esquisito" e enfiou um pedação de frango na boca. Claro, claro q ele não era esquisito, assim como eu sou uma empada com azeitona e tudo!
Pra coroar noite tão agradável, a festa naquela aprazível localidade tava cheia pra caralho e a cerveja quente. Nossa, mas esse rapaz só me traz boas recordações!
Tudo bem, eu queria mesmo era ir a praia, mas ok....pq não tentar, né? Combinei do bruto passar pra me pegar e irmos pro nosso programinha vespertino. Almoço e cinema. Parecia q nem ia doer. Parecia.
Qndo entro no carro o mancebo tava com uma bermuda (horrível) cáqui e uma camisa pólo (horror!) bege com listras verdes. A combinação em si já era bizarra, se considerarmos o tom amarelado da pele dele (como dizia minha madrinha, cor de peido engarrafado), já ficava escroto. Mas se vcs vissem o estado da camisa, com aquela barra da manga toda arregaçada, vcs concordariam comigo q tava grotesco. Tudo bem, após o choque inicial entonei mentalmente o mantra "Roberta, larga de ser cricri" e tentei abstrair.
Enquanto palhacinho, onde ele escolheu ir? No Cinemark do Botafogo Praia Shopping. Isso, aquele mesmo q tá sempre abarrotado de adolescentes barulhentos. Num domingo então....delícia. Nem lembro o q comemos, mas até aí tudo bem, o negócio foi qndo fomos escolher o filme. Ele quis ver uma daquelas comédias americanas totalmente idiotas. "Vc é muito séria. A vida já é séria, tem q aprender a relaxar". Ok, eu tava numa tarde benevolente e aceitei. Mas o pior ainda estava por vir...
Compramos os ingressos, entramos e fomos comprar pipoca. Eu disse q queria apenas uma coca light, ele comprou um balde de refrigerante e outro de pipoca. Como faltava ainda algum tempo pro filme ficamos conversando no balcão. Distraída e naturalmente, peguei 1, apenas 1 grão de pipoca e botei na boca. "A pipoca eu comprei pra comer dentro do cinema". Como assim o cara reclama pq eu comi 1 grão da pipoca dele? Enfie o balde inteiro no rabo, meu nêgo!
Não falei nada. Apenas olhei pra ele com cara de m-o-r-r-a! Ele sacou o non sense da grosseria q tinha feito, fez cara de "ai, meu Deus!", pegou uma mão cheia de pipoca e enfiou na boca duma vez só. Virou de lado e não disse nada. Nem preciso acrescentar q foi a última vez q saí com ele, né?
Eu devia ter desconfiado
Tudo bem, eu devia ter sacado tudo na noite anterior. Ele me chamou pra jantar e ir a uma festa em Santa Teresa depois. Programão né? Pior ainda, adivinhem o restaurante q ele escolheu? OutBack. Tinha inaugurado aquele de Botafogo há pouco tempo e o palhacinho quis ir lá. Tá, tudo bem, afinal só esperamos mais de 1hora pela mesa mesmo, né? E daí?
Daí ele pede aqueles pedaços de frango com molho. Prato adequadíssimo pra qndo vc sai pela primeira vez com alguém q não conhece direito, né? Come-se o frango com as mãos e fica-se com os dedos e boca engordurados. Um charme.
Enquanto conversávamos comentei q adora meus amigos, q eram uma das coisas mais importantes da minha vida, e perguntei pelos amigos dele. Ele fez uma cara de criança q foi pega quebrando algo, disse "eu não tenho amigos, mas não sou esquisito" e enfiou um pedação de frango na boca. Claro, claro q ele não era esquisito, assim como eu sou uma empada com azeitona e tudo!
Pra coroar noite tão agradável, a festa naquela aprazível localidade tava cheia pra caralho e a cerveja quente. Nossa, mas esse rapaz só me traz boas recordações!
Palhaço Chicabom
Quase sempre acho q os meninos fazem palhaçadas mais por imaturidade do q por falta de caráter. Acho q muitos estão meio perdidos mesmo, não sabem lidar com as mulheres, e acabam vacilando.
O espetáculo circense q vou contar agora é um caso desses. O brutinho até tentava agradar, mas não sei era freak, inseguro ou sei lá o q. Lembrei de contar a história dele qndo vi a Narinha citar o chicabon num post antigo. Ela sempre dizia 'Filha, isso não é um homem, é um personagem de Nelson Rodrigues! Daqui a pouco ele vai te chamar pra chupar um Chicabom!'. Ela disse isso a primeira vez qndo falei q ele me chamou pra fazer um passeio na Floresta da Tijuca. Ninguém q me conheça vai me chamar pra um passeio desses, todos os meus amigos sabem q detesto mato. Narinha quase se mijou qndo contei.
Pois é. Ele era atencioso, educadinho e talz, mas era meio malinha, meio esquisitão. Eu tava numa de ver no q dava, mas não tava me empolgando. Claro q ele sabia q eu adoro praia. Ele não gostava e exibia uma tez branca imaculada. Ok, sempre gostei de homens branquinhos, desde q me deixem ir à praia em paz. Tínhamos saído na noite anterior e já não tinha sido nenhuma 'brastemp'. Tínhamos saído pra jantar e depois ido a uma festa. Ele tinha me deixado em casa já bem tarde. Toca meu cel num horário q eu ainda estaria obviamente dormindo. Era ele. Primeira palhaçada: me ligar cedo.
– Oi, te acordei, desculpa. Ligo depois. (ele tava sempre pedindo desculpas, isso me irritava)
– Acordou mas tudo bem. Fala.
– Depois eu ligo.
– Não, fala logo. Agora já acordei.
– Tá um dia lindo e eu queria te ver. Vamos sair?
– Eu ia a praia.
– Pensei na gente almoçar juntos e ir ao cinema depois. É q quase não tenho tempo de te ver...
Quase sempre acho q os meninos fazem palhaçadas mais por imaturidade do q por falta de caráter. Acho q muitos estão meio perdidos mesmo, não sabem lidar com as mulheres, e acabam vacilando.
O espetáculo circense q vou contar agora é um caso desses. O brutinho até tentava agradar, mas não sei era freak, inseguro ou sei lá o q. Lembrei de contar a história dele qndo vi a Narinha citar o chicabon num post antigo. Ela sempre dizia 'Filha, isso não é um homem, é um personagem de Nelson Rodrigues! Daqui a pouco ele vai te chamar pra chupar um Chicabom!'. Ela disse isso a primeira vez qndo falei q ele me chamou pra fazer um passeio na Floresta da Tijuca. Ninguém q me conheça vai me chamar pra um passeio desses, todos os meus amigos sabem q detesto mato. Narinha quase se mijou qndo contei.
Pois é. Ele era atencioso, educadinho e talz, mas era meio malinha, meio esquisitão. Eu tava numa de ver no q dava, mas não tava me empolgando. Claro q ele sabia q eu adoro praia. Ele não gostava e exibia uma tez branca imaculada. Ok, sempre gostei de homens branquinhos, desde q me deixem ir à praia em paz. Tínhamos saído na noite anterior e já não tinha sido nenhuma 'brastemp'. Tínhamos saído pra jantar e depois ido a uma festa. Ele tinha me deixado em casa já bem tarde. Toca meu cel num horário q eu ainda estaria obviamente dormindo. Era ele. Primeira palhaçada: me ligar cedo.
– Oi, te acordei, desculpa. Ligo depois. (ele tava sempre pedindo desculpas, isso me irritava)
– Acordou mas tudo bem. Fala.
– Depois eu ligo.
– Não, fala logo. Agora já acordei.
– Tá um dia lindo e eu queria te ver. Vamos sair?
– Eu ia a praia.
– Pensei na gente almoçar juntos e ir ao cinema depois. É q quase não tenho tempo de te ver...
Assinar:
Postagens (Atom)